Boas Vindas



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08/11/2012

TER FÉ



Introdução
Mais do que falar sobre fé importa reter deste ensinamento como devemos agir para sermos homens e mulheres de grande fé. Para se atingir “maturidade de fé” é necessário agir com vontade própria, inteligência (basta a que Deus nos deu) e amor. A fé envolve o transcendente, porque se baseia em Deus. Como tal é algo que o humano, enquanto ser vivo deste mundo, não alcança em pleno, isto é, a fé pode crescer, sob ajuda do Espírito Santo, mas o crente necessita de fé e de que ela aumente, enquanto vive neste mundo, até atingir a plenitude (comunhão plena com Deus).
Tudo no cristianismo começa pela iniciativa de Deus com a resposta que o homem lhe dá. Deus vem encontro do ser humano, num diálogo de amigos para o convidar e admitir à intimidade divina. É, aliás, sobre a revelação e sobre a resposta do homem que a razão do crente pensa, a fim de compreender e partilhar com os outros a história da relação entre Deus e o ser humano. Também, pensar sobre a fé interessa, não só para uma avaliação individual da própria fé, mas também para divulgarmos o que importa para a comunidade que se diz crente.


1.  Origem da fé

“Eu, cá tenho a minha fé!”
“É a fé que nos salva!”
“Sem fé, não vais a lado nenhum!
“Sou crente mas não praticante!”
São frases que ouvimos todos os dias e tantas outras semelhantes, vindas de cristãos e não cristãos.
                Mas, que fé é esta? O que é a fé?

03/05/2012

CONHECER MARIA


1.      Introdução

O mês de Maio, convida-nos a peregrinar com Maria. O peregrinar reveste-se de diversas formas no mundo de hoje. Por exemplo, para alguns, peregrinar é uma ida atrás do maravilhoso, do espectacular, na ânsia de encontrar milagres; para outros é o cumprir de uma tradição de piedade e de devoção. Porém, para um outro grupo de pessoas, peregrinar é “caminhar com…”, é “ir ao encontro de…”.   
Então, caminha-se com quem, e vai-se ao encontro de quê?
Certamente, a resposta de muitos será:  “Maria!”
Neste mês, todos nós falamos muito de Maria; e, porquê?
Provavelmente, não porque a conheçamos em profundidade, mas, certamente, porque desejamos conhecê-la.
Mas, por que haverá tanto interesse e desejo de conhecer Maria?
A resposta poderá ser: “Porque ela é a mãe de Deus.”
O interesse em conhecer Maria tem, pois, subjacente a busca e o encontro com Deus.
Põe-se, então, a questão: “Podemos encontrar e conhecer Deus e Maria, quando sabemos que o ser humano só pode encontrar o que tem possibilidade de conhecer; não encontra o que lhe é inacessível?
Sim, porque Deus se deu a conhecer através de Jesus e, Maria, porque é uma mulher do nosso mundo; e, tanto Jesus como Maria fazem parte da nossa história.
Durante este mês, falamos muito em Maria. Mas quando falamos de alguém temos que conhecer, minimamente, essa pessoa, para podermos dizer algo com convicção ou verdade sobre ela.
Relativamente a Deus, possuímos as Escrituras e a história de todo o povo de Deus que nos fornecem elementos que permitem conduzir-nos ao seu encontro e conhecimento. São elementos fundamentais que com a fé nos permitem alcançar o divino. Mas, de Maria pouco nos relatam as Escrituras. Será que, mesmo assim, conseguimos conhecê-la verdadeiramente?